O Slam das Minas

Slam das Minas RJ é um coletivo artístico que organiza uma batalha lúdico poética de forma itinerante e mensal no estado do Rio de Janeiro. Formado pelas poetas Andrea Bak, Genesis, Moto Tai, Rainha do Verso e Tom Grito. Além da equipe técnica que conta com a produção de Débora Ambrósia, os vídeos de Lian Tai e sonorização de DJ Bieta. Na busca de um espaço seguro e livre de opressões para desenvolvimento da potência artística de mulheres [ héteras, lésbicas, bis, ou trans] pessoas queer, agender, não bináries e homens trans optou-se pela ocupação da rua para acabar com a invisibilidade dessas pessoas e para estimular os encontros e afetos. Além do Slam das Minas RJ, o coletivo é, desde 2017, um dos responsáveis pela realização do campeonato estadual de poesia falada o Slam RJ e neste ano de 2020 participou do Programa Convida do Instituto Moreira Salles e fez parceria com o Jazz das Minas criando o Slazz.

Andréa Bak é poeta, cantora, estudante de Química e sonhadora! Acredita na transformação das pessoas através do conhecimento e enxerga sua arte como meio de mudança e forte influência na vida dos ouvintes. Em suas poesias, expressa o que o sistema tenta esconder: uma estrutura genocida e a diáspora histórica. Bak ainda é integrante do grupo de rap Nefetaris Vandal e do Slam das minas compondo a cena da literatura e arte marginal.

Débora Ambrósia é mulher preta, mãe e feminista. Militante do movimento negro e antigordofobia. Participa da produção do Slam das Minas RJ, e faz parte das Panteras Negras Rj. Além disso, é trabalhadora autônoma, vende glitter, vende cachaça, vende pizza, faz coffee break, happy hour, festa, evento, sarau, anima o rolê.

Gênesis é poeta, slammer, contadora de histórias e atriz. É uma das organizadoras do Slam das Minas RJ, uma batalha de poesia só para mulheres que acontece em todo RJ. Publicou seu primeiro livro infantil "Cadê Martin?" pela Chiado Editora, e seu livro de poesia "Delírios de (R)existência" pela Padê editora. Tem participação no livro "Identidades" da Ed. Conexões, uma coletânea com 18 escritoras negras. Em publicações independentes integra o primeiro caderno de poesia do Slam das Minas RJ, e seu fanzine "O poema sai enquanto você entra". Em 2019, participou do do primeiro Slam de Poesia que aconteceu no Rock InRio, no Espaço Favela.


Tem sua poesia na Abertura do novo álbum da Cantora Zélia Duncan, "Eu sou Mulher, eu sou Feliz".


Em 2020 estreou como atriz na websérie lgbtq+ "Contos Latentes - Extremos" no Youtube. Também é i
dealizadora do programa Mapas para o Futuro, no Youtube.


Lian Tai é escritora, modelo e atriz. Mãe da Paz, é criadora do podcast Maternidade de Guerrilha. Seu livro "Crônicas de Varanasi", publicado pela Editora Chiado, relata suas experiências diárias na cidade indiana, onde viveu por três meses, enquanto fazia sua pesquisa de doutorado em Comunicação Social. É membro do Slam das Minas RJ, coletivo de empoderamento feminino pela poesia falada, e escreve para as páginas Opera Mundi e Corpalavra.

Rainha do Verso é pseudônimo de Rejane Barcelos. Estudante de Letras pela UFRJ, Rejane é atriz com 27 anos de carreira, cenógrafa e aderecista formada pela FAETEC/EAT, performer, escritora, poeta e slammer,. Participou de uma antologia e alguns zines. Atualmente organiza o slam Maré Cheia e compõe o coletivo Slam das Minas. É moradora da Maré e na favela retira os elementos da construção de sua obra.

Tom Grito é poeta. Dedica-se à poesia falada (spoken word/poetry slam) e às micro-revoluções político-sociais onde a poesia incinera, afaga, afeta e transforma. Pessoa não binárie transmasculine, utiliza pronomes masculinos e neutros (ele/elu/elle/él/he/they).


Entusiasta da cena de poetry slams e saraus de poesia no Brasil, interessa-se também pelo estudo de plataformas para a possibilidade de extensão poética como a performance audiovisual, poesia sonora e teatro musical.


Participou ativamente da fundação dos coletivos poéticos Tagarela, Slam das Minas RJ e Transpoetas. É aluno bolsista da Escola de Cinema Darcy Ribeiro (2020/2021) e da escola de formação de atores em teatro musical Cia Teatro Transforma (2021). É residente de pesquisa em artes no Museu de Arte Moderna do Rio (2021) e atua como monitor de conteúdo no curso de empreendedorismo MicroRainbow (2021).

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Bieta é natural de Porto Alegre-RS, sempre foi ligada às artes e manifestações culturais. Começou a carreira como integrante do “Afrosul - Música e Dança”, no período de 1987 a 2000. Grupo de maior representatividade da cultura Afro Gaúcha no Rio Grande do Sul. No mesmo período frequentou teatro no Terreira da Tribo casa do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz, teatro de Rua-POA.


Em 2001, para ampliar o conhecimento nas artes como moda, música,dança e produção cultural, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ingressou a Universidade Estácio de Sá - Graduação Design de Moda (Moda e Figurino). Especializou-se também em Gestão de Projetos Culturais com Cecy Fontes na Biblioteca Pública do Rio de Janeiro e Gestão e Logística para grandes Shows e Eventos LC Duarte.


Desde então criou e dirige a produtora Bieta Style::Music::Dance ::Prod realizadora de Eventos e Produção de Moda, Música e Eventos Culturais.